-
Capítulo 4 – A coragem de começar não tem idade
A coragem para começar não tem idade…Dizem-nos muitas vezes que há uma idade certa para começar. Uma idade para mudar. Uma idade para sonhar. Uma idade para arriscar. Como se a vida tivesse um calendário invisível que decidisse o que podemos ou não fazer. Mas a verdade é que a coragem não olha para a idade. Olha para a vontade. Durante muito tempo, também pensei que algumas oportunidades tinham passado por mim. Que certos sonhos pertenciam à juventude. Que havia portas que já não se abririam. Mas a vida tem uma forma curiosa de nos surpreender. Às vezes, aquilo que não aconteceu aos vinte acontece aos cinquenta. Aquilo que não…
-
Capítulo 3 – Escolhi toda a gente. Menos a mim.
Hoje escrevo sem pressa. Talvez porque a vida me tenha ensinado que há coisas que só compreendemos quando paramos para as sentir. Durante anos, escolhi muita gente. Escolhi estar presente. Escolhi cuidar. Escolhi resolver. Escolhi ser forte quando era preciso. E, sem dar por isso, fui deixando uma pessoa para trás. Eu. Não aconteceu de um dia para o outro. Aconteceu devagarinho. Aconteceu cada vez que disse: “Depois trato de mim.” Aconteceu cada vez que adiei um sonho. Cada vez que coloquei as necessidades dos outros à frente das minhas. Cada vez que me convenci de que podia esperar mais um pouco. E talvez seja por isso que tantas mulheres…
-
Capítulo 2-Quando uma mulher volta a gostar da mulher que se tornou
Neste capítulo 2, quero apenas honrar a mulher que me tornei! Há uns tempos escrevi sobre a pergunta que mudou a minha vida: "Então... e eu?"...
-
Capítulo 1 Então… e eu!?
Durante muito tempo achei que era assim que devia ser. Que ser uma boa mulher era dar prioridade aos outros. Que ser uma boa mãe era estar sempre disponível. Que ser uma boa companheira era compreender, ceder e esperar. Até ao dia em que percebi que estava a viver uma vida onde já não cabia. Lembro-me de olhar para mim e pensar: Então... e eu?
-
Os detalhes que mudam tudo (1 – e não estão no armário)
Vivemos numa época em que somos constantemente levadas a acreditar que precisamos de mais detalhes. Mais roupa. Mais acessórios. Mais tendências. Mais coisas. E, durante muito tempo, também eu acreditei nisso.
-
A mulher que aprende a gostar da mulher que se tornou
Durante muito tempo, muitas mulheres vivem em guerra com o tempo. Tentam esconder a idade. Disfarçar marcas. Apagar sinais da vida. Como se envelhecer fosse perder valor.
-
A elegância silenciosa de 1 mulher com presença
Existem mulheres que entram numa sala…e mudam a energia sem dizer uma palavra. Não porque procuram ser o centro das atenções.Não porque falam mais alto.Nem porque tentam impressionar alguém. Mas porque existe algo na sua presença que se sente. E talvez a verdadeira elegância comece exatamente aí. Durante muito tempo, muitas mulheres acreditaram que elegância era apenas aparência.Roupa bonita.Maquilhagem impecável.Acessórios certos.Sapatos elegantes. Mas a vida, com o tempo, acaba por ensinar outra coisa. A presença de uma mulher nasce muito mais daquilo que ela sente dentro de si… do que daquilo que veste por fora. Existe uma beleza rara numa mulher tranquila consigo própria.Numa mulher que já não precisa da…
-
A elegância começa quando 1 mulher volta a cuidar de si
Durante muito tempo achei que elegância tinha apenas a ver com imagem. Com roupa bonita.Com acessórios.Com saber combinar cores, tecidos ou detalhes. Mas hoje percebo que a verdadeira elegância começa muito antes disso. Começa no momento em que uma mulher volta a cuidar de si própria. E talvez só uma mulher que já se abandonou durante algum tempo consiga compreender verdadeiramente isto. Há fases da vida em que deixamos de nos olhar com atenção. Vivemos cansadas.Em esforço constante.A resolver problemas.A cuidar da família.Do trabalho.Da vida inteira. E sem perceber… começamos lentamente a desaparecer dentro da rotina. Deixamos de usar aquele perfume de que gostávamos.Deixamos de escolher a roupa com prazer.Deixamos…
-
O Florescer Sem Pedir Licença:
Dizemos "desculpa" por quase tudo. Desculpa por estarmos cansadas, desculpa por não podermos ir àquele jantar, desculpa por termos uma opinião diferente ou até por ocuparmos espaço na fila do supermercado. Mas há um momento — e para muitas de nós ele chega com a maturidade dos 40 ou 45 anos — em que algo faz "clique".
-
QUANDO ELA VOLTA A GOSTAR DE SI, O MUNDO INTEIRO MUDA DE LUGAR.
Uma mulher muda quando volta a gostar de si. E essa mudança é das forças mais imparáveis que existem.




















