A ARTE DE SER MULHER
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Capítulo 13: Olhar para o futuro…
Os meus sonhos não têm idade Olhar para o futuro com entusiasmo tornou-se a força motriz que guia cada um dos meus passos nesta fase da vida. Quando iniciei esta série no blogue, abri o meu coração sobre o momento em que, aos 46 anos, a vida me obrigou a olhar para o espelho e a fazer a pergunta que mudou o meu destino: “Então… e eu!?”. Desde essa noite, onde me sentia presa a um casamento que já não me preenchia, passaram-se onze anos de uma reconstrução silenciosa, profunda e, acima de tudo, corajosa. Hoje, com o orgulho e a sabedoria dos meus 58 anos, percebo que tudo o…
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Capítulo 12 – Viver com intenção: Como decidi escolher os meus próprios dias
"Existe um mito social de que a juventude é o auge da vida. Eu discordo profundamente. A juventude tem a energia, mas a maturidade traz-nos algo infinitamente mais valioso: a lucidez. Foi só agora, nesta etapa da minha caminhada, que conquistei a liberdade de desacelerar sem sentir culpa."
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Capítulo 11 – A elegância de saber retirar-se: O processo de libertação do passado
A libertação do passado tornou-se a única ponte possível para o futuro que decidi construir para mim mesma. No capítulo anterior desta nossa caminhada na Dona Detalhe, da Série A Arte de Ser Mulher, partilhei convosco o momento em que recuperei as rédeas da minha vida e assumi o compromisso de escrever a minha própria história. Mas a verdade é que, assim que agarrei na caneta com firmeza, percebi que a minha mão ainda tremia com o peso das memórias, das culpas e das amarras antigas. Descobri, no silêncio do meu recomeço, que é impossível desenhar uma nova narrativa se insistirmos em carregar os fantasmas dos capítulos que já deveriam…
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Capítulo 10 – Nunca é tarde para escrever a tua própria história
Escrever a minha própria história tornou-se o compromisso mais bonito e o mais corajoso que alguma vez fiz comigo mesma. Olhando para trás, para todas as fases que já partilhei convosco nesta série da Dona Detalhe, percebo que passei demasiado tempo a viver como se o guião da minha vida estivesse nas mãos de terceiros. Fui desempenhando os papéis que esperavam de mim, respondendo às urgências do mundo e adiando os meus próprios sonhos para o dia em que, supostamente, houvesse tempo. Mas a verdade crua é que esse dia nunca chega se não formos nós a criá-lo. Chegar ao décimo capítulo desta jornada pessoal não significa que cheguei ao…
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Capítulo 9 – Quem sou eu quando não estou a cuidar de ninguém?
Como reencontrar a tua identidade para além dos papéis que desempenhas Reencontrar a minha identidade tornou-se a minha maior missão de vida. Há uns capítulos, quando partilhei convosco o arranque desta série, fiz uma pergunta que ecoava no fundo do meu próprio peito e que sei que tocou a alma de muitas de vós: “Então… e eu!?”. Aquele foi o meu primeiro passo para voltar a gostar de mim mesma. Fiz o caminho, limpei as gavetas da minha alma e, no último capítulo, ganhei a coragem necessária para deixar de agradar a todos. No entanto, quando finalmente fechei a porta às expectativas do mundo, um silêncio novo instalou-se na minha…
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Capitulo 8 – Como deixar de agradar a todos sem sentir culpa
Capítulo 8 — O dia em que deixei de agradar a todos Deixar de agradar a todos sem sentir culpa!? Houve um momento exato na minha vida em que a exaustão me obrigou a parar. Não foi um cansaço físico daqueles que se curam com uma tarde de descanso ou uma noite de sono profundo. Foi, sim, o peso invisível, mas profundamente sufocante, de passar anos a fio a tentar ser a mulher perfeita para o mundo inteiro. Olhei para trás e percebi o erro: o dia em que decidi deixar de agradar a todos foi o dia em que finalmente comecei a viver. Até esse ponto de viragem, a…
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Capítulo 7 – Nunca é tarde para realizar sonhos
Porque alguns sonhos apenas esperam pelo momento certo. Há uma frase que muitas mulheres repetem em silêncio, quase sem se aperceberem do peso que ela carrega. “Já é tarde para mim.” Tarde para mudar de profissão. Tarde para voltar a estudar. Tarde para abrir um negócio. Tarde para escrever um livro. Tarde para aprender uma nova paixão. Tarde para começar de novo. Sem darmos por isso, deixamos que o tempo se transforme numa barreira invisível. Convencemo-nos de que existem idades certas para sonhar e outras para desistir. Mas quem decidiu isso? Em que momento alguém escreveu que os sonhos têm prazo de validade? A verdade é que não têm. Os…
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Capítulo 6 – A elegância silenciosa de uma mulher com presença
A elegância silenciosa … Durante muitos anos pensei que elegância era uma questão de roupa, de postura ou de acessórios. Achava que estava na combinação perfeita, nos pequenos detalhes, na forma de caminhar ou na escolha de um colar. Hoje sei que a elegância mais rara nasce quando uma mulher faz as pazes consigo mesma. E essa não se compra. Não se veste. Não se aprende num espelho. Cultiva-se. A elegância silenciosa de uma mulher com presença começa por dentro Há mulheres que entram numa sala e ninguém repara na marca da roupa que vestem. Reparam na forma como olham. Na serenidade que transmitem. Na forma como escutam. Na calma…
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Capítulo 5 – Quando uma mulher deixa de pedir licença para existir
Deixar de pedir licença para existir, é momentos na vida que não chegam com barulho.
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Capítulo 4 – A coragem de começar não tem idade
A coragem para começar não tem idade…Dizem-nos muitas vezes que há uma idade certa para começar. Uma idade para mudar. Uma idade para sonhar. Uma idade para arriscar. Como se a vida tivesse um calendário invisível que decidisse o que podemos ou não fazer. Mas a verdade é que a coragem não olha para a idade. Olha para a vontade. Durante muito tempo, também pensei que algumas oportunidades tinham passado por mim. Que certos sonhos pertenciam à juventude. Que havia portas que já não se abririam. Mas a vida tem uma forma curiosa de nos surpreender. Às vezes, aquilo que não aconteceu aos vinte acontece aos cinquenta. Aquilo que não…















