A ARTE DE SER MULHER

QUANDO ELA VOLTA A GOSTAR DE SI, O MUNDO INTEIRO MUDA DE LUGAR.

Dizem que o amor-próprio é o destino, mas eu acredito que é, na verdade, o ponto de partida. Durante muito tempo, talvez anos, ela viveu em modo automático. Priorizou as vontades dos outros, as expectativas da família, as exigências do trabalho e as inseguranças de quem não a sabia valorizar.

Mas um dia, algo muda. Não é um evento estrondoso; é um renascimento silencioso que acontece entre quatro paredes, diante do espelho.

Uma mulher muda quando volta a gostar de si. E essa mudança é das forças mais imparáveis que existem.

A primeira coisa que se nota é o silêncio das vozes alheias. Aquilo que “os outros vão pensar” deixa de ter peso. Ela deixa de pedir licença para ser quem é e deixa de se desculpar por ter opiniões, vontades ou ambições. A única validação que importa agora é a que ela sente quando se deita à noite.

Já reparaste como o olhar dela muda? Há uma firmeza nova na postura. Ela cuida de si, não porque queira impressionar alguém, mas porque o seu corpo é o seu templo. O autocuidado deixa de ser uma tarefa e passa a ser um ritual de respeito. Seja no batom que escolhe ou na forma como diz “não”, há uma nova dignidade em cada gesto.

Voltar a gostar de si é um ato de rebeldia. É dizer ao mundo: “Eu também conto”. Ela volta a ler os livros que gostava, a ouvir a música que a faz dançar sozinha na sala e a investir nos seus sonhos engavetados.

Conclusão

Se estás a ler isto e sentes que ainda estás “naquela fase” de te tentares encontrar, deixa-me dizer-te: volta para ti. O caminho pode ser longo, mas a mulher que te espera do outro lado é incrível. E quando finalmente a abraçares, vais perceber que o mundo não acabou porque decidiste gostar de ti — ele, finalmente, começou.

Pergunta final:

Sentes que já deste esse passo ou ainda estás a caminho de te reencontrares?

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