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Capítulo 12 – Viver com intenção: Como decidi escolher os meus próprios dias
"Existe um mito social de que a juventude é o auge da vida. Eu discordo profundamente. A juventude tem a energia, mas a maturidade traz-nos algo infinitamente mais valioso: a lucidez. Foi só agora, nesta etapa da minha caminhada, que conquistei a liberdade de desacelerar sem sentir culpa."
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Capítulo 11 – A elegância de saber retirar-se: O processo de libertação do passado
A libertação do passado tornou-se a única ponte possível para o futuro que decidi construir para mim mesma. No capítulo anterior desta nossa caminhada na Dona Detalhe, da Série A Arte de Ser Mulher, partilhei convosco o momento em que recuperei as rédeas da minha vida e assumi o compromisso de escrever a minha própria história. Mas a verdade é que, assim que agarrei na caneta com firmeza, percebi que a minha mão ainda tremia com o peso das memórias, das culpas e das amarras antigas. Descobri, no silêncio do meu recomeço, que é impossível desenhar uma nova narrativa se insistirmos em carregar os fantasmas dos capítulos que já deveriam…
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Capítulo 5 – Quando uma mulher deixa de pedir licença para existir
Deixar de pedir licença para existir, é momentos na vida que não chegam com barulho.
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Capítulo 4 – A coragem de começar não tem idade
A coragem para começar não tem idade…Dizem-nos muitas vezes que há uma idade certa para começar. Uma idade para mudar. Uma idade para sonhar. Uma idade para arriscar. Como se a vida tivesse um calendário invisível que decidisse o que podemos ou não fazer. Mas a verdade é que a coragem não olha para a idade. Olha para a vontade. Durante muito tempo, também pensei que algumas oportunidades tinham passado por mim. Que certos sonhos pertenciam à juventude. Que havia portas que já não se abririam. Mas a vida tem uma forma curiosa de nos surpreender. Às vezes, aquilo que não aconteceu aos vinte acontece aos cinquenta. Aquilo que não…
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Capítulo 1 Então… e eu!?
Durante muito tempo achei que era assim que devia ser. Que ser uma boa mulher era dar prioridade aos outros. Que ser uma boa mãe era estar sempre disponível. Que ser uma boa companheira era compreender, ceder e esperar. Até ao dia em que percebi que estava a viver uma vida onde já não cabia. Lembro-me de olhar para mim e pensar: Então... e eu?
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O Florescer Sem Pedir Licença:
Dizemos "desculpa" por quase tudo. Desculpa por estarmos cansadas, desculpa por não podermos ir àquele jantar, desculpa por termos uma opinião diferente ou até por ocuparmos espaço na fila do supermercado. Mas há um momento — e para muitas de nós ele chega com a maturidade dos 40 ou 45 anos — em que algo faz "clique".












