A ARTE DE SER MULHER

Quando uma mulher começa a sentir-se invisível depois dos 40.

Há mulheres que continuam bonitas.

Continuam fortes.
Continuam presentes para toda a gente.

Mas, por dentro… começaram a desaparecer de si próprias.

Muitas vezes isso acontece devagar.

Entre rotinas. Responsabilidades. Cansaço. Silêncios.

Até ao dia em que uma mulher se olha ao espelho… e já não se reconhece totalmente.

Não porque envelheceu.
Mas porque se perdeu pelo caminho.

Depois dos 40, muitas mulheres começam a sentir-se invisíveis.

Não necessariamente para os outros.
Mas para si mesmas.

Deixam-se para último. Deixam de ocupar espaço. Deixam de cuidar de si sem culpa.

E aos poucos, a luz que tinham começa a ficar mais silenciosa.

Eu também senti isso.

E talvez por isso hoje compreenda tão bem mulheres que apenas querem voltar a sentir-se:
bonitas, elegantes, seguras, femininas, vivas.

Não existe idade para o reencontro.

Existe apenas o momento em que decidimos voltar para nós.

Estas foram algumas coisas que me ajudaram nesse caminho:

1. Voltei a arranjar-me por mim

Não para impressionar ninguém.
Mas porque mereço sentir-me bem comigo própria.

2. Parei de pedir desculpa por ocupar espaço

Presença também é autoestima.

3. Aprendi a olhar para mim com mais carinho

Nem tudo precisa ser perfeição para ser bonito.

4. Criei pequenos momentos só meus

Um café em silêncio.
Um perfume.
Uma caminhada.
Detalhes que me fizeram sentir novamente ligada a mim.

5. Deixei de esperar validação

A verdadeira segurança nasce dentro de nós.

6. Voltei a aparecer nas fotografias

Também mereço fazer parte das memórias.

7. Percebi que cuidar de mim não é vaidade

É respeito.

8. Afastei-me de quem diminuía a minha luz

Nem todos merecem acesso à nossa energia.

9. Deixei de esconder o desejo de me sentir bonita

Uma mulher pode ser profunda e feminina ao mesmo tempo.

10. Entendi que elegância não tem idade

A verdadeira elegância nasce quando uma mulher se reencontra consigo própria.

Talvez o mais importante não seja voltar a ser quem éramos.

Mas descobrir a mulher em que nos estamos a transformar 🤍

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